(...)
- Você não me perguntou, por exemplo, qual é o sabor de geleia que eu prefiro, para verificar se sou realmente o professor Dumbledore, e não um impostor.
- Não perguntei... - começou Harry, um pouco inseguro quanto a estar ou não sendo repreendido.
- Para sua referência futura, é amora... embora, é claro, se eu fosse um Comensal da Morte, teria tido o cuidado de pesquisar minhas geleias preferidas antes de me fazer passar por mim mesmo.
Harry Potter e O Enigma do Príncipe.
J. K. Rowling
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
- É verdade que você gritou com a Profª Umbridge?
- Sim, senhora.
- Chamou-a de mentirosa?
- Chamei.
- Disse a ela que Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado retornou?
- Sim, senhora.
A Profª McGonagall sentou-se à escrivaninha, observando Harry com a testa enrugada. Então disse:
- Coma um biscoito, Harry.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Primeiro post que não é citação de alguma coisa.
Seria mais como um desabafo?
Apenas por em palavras o que já sei que sinto faz tanto tempo que nem consigo lembrar quando começou.
Esse amor pela literatura, esse masoquismo que transcende a dor física, que pode ser facilmente suprimida. Que sara, que pode ser distraída.
A incontestável contradição em que apenas a leitura pode me transformar. Certamente auxiliada por diversos outros meios, mas a base sempre foi a leitura. Porque tudo que acontece dentro de nossa cabeça, é muito mais forte do que algo que já nos é mostrado mastigado, quando transposto para as telas.
Como contradição, quero dizer a minha ausência de sentimentos, ou algumas poucas vezes a não-demonstração deles.
Os livros conseguem arrancar tudo de mim. Todo o amor que não sinto pelas pessoas, a falta de afeto (que muito é me dado, porém pouquíssimo é retornado), a raiva que consigo com tanta facilidade suprimir nos piores momentos.
Enquanto nos livros, me apaixono, choro de emoção, berro de raiva e soco as paredes, terminando com mãos inchadas.
E mesmo sabendo de tudo isso, de tudo que eu sempre passo, esse desejo de sofrer não me abandona, nem nunca me abandonará.
Seria mais como um desabafo?
Apenas por em palavras o que já sei que sinto faz tanto tempo que nem consigo lembrar quando começou.
Esse amor pela literatura, esse masoquismo que transcende a dor física, que pode ser facilmente suprimida. Que sara, que pode ser distraída.
A incontestável contradição em que apenas a leitura pode me transformar. Certamente auxiliada por diversos outros meios, mas a base sempre foi a leitura. Porque tudo que acontece dentro de nossa cabeça, é muito mais forte do que algo que já nos é mostrado mastigado, quando transposto para as telas.
Como contradição, quero dizer a minha ausência de sentimentos, ou algumas poucas vezes a não-demonstração deles.
Os livros conseguem arrancar tudo de mim. Todo o amor que não sinto pelas pessoas, a falta de afeto (que muito é me dado, porém pouquíssimo é retornado), a raiva que consigo com tanta facilidade suprimir nos piores momentos.
Enquanto nos livros, me apaixono, choro de emoção, berro de raiva e soco as paredes, terminando com mãos inchadas.
E mesmo sabendo de tudo isso, de tudo que eu sempre passo, esse desejo de sofrer não me abandona, nem nunca me abandonará.
sábado, 3 de dezembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
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